O sorriso de comercial de pasta dental pode ser mais fácil do que muita gente pensa. Para entender como funciona o clareamento dental, falamos com o cirurgião-dentista Fernando Buranello. O profissional dá dicas para que as pessoas melhorem o sorriso. Confira abaixo:

Café, açúcar, cigarro e alimentos ácidos são os principais inimigos dos dentes brancos. O clareamento dental é uma solução para esse problema. “O clareamento dental pode ser feito de duas formas – a primeira por meio de uma moldeira de silicone, onde se aplica um gel clareador diariamente, por aproximadamente 2-3 semanas (conhecido como clareamento caseiro). Outra forma seria o clareamento a laser, onde o processo é realizado inteiramente no consultório, em duas sessões com intervalo de uma semana entre elas”. – conta o cirurgião. Buranello explica também que se o paciente estiver usando os Alinhadores Estéticos invisíveis também é possível corrigir o posicionamento dos dentes e fazer o clareamento dental em goiania, os pacientes só percebem o sorriso melhorar.

“Os resultados do clareamento a laser ou caseiro são semelhantes (tom bem branco natural), apenas a forma com que são realizados é que são diferentes. Quando a busca é por um superbranco ou branco Hollywood (como costumamos chamar, este tom branco mais artificial) a associação de técnicas costuma ser empregada. Durante o processo, o paciente deve evitar alimentos escuros ou que possam manchar os dentes. Após o tratamento, o consumo desses alimentos é liberado”, afirma o dentista Fernando Buranello.

O clareamento dental também pode ser feito junto com a correção ortodôntica. Os alinhadores estéticos, plaquinhas transparentes que substituem os braquetes, oferecem um tratamento customizado que deixam mais eficiente a correção ortodôntica. Além disso, o processo de clareamento pode ser feito aplicando a pasta especial de clareamento sobre o aparelho, que raramente é notado.

Mais do que clarear os dentes, o tratamento traz a melhoria estética, o aumento da autoestima e confiança ao paciente”, aponta Fernando Buranello.

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Crime ocorreu no Jardim Botânico, em Goiânia, em outubro deste ano. Fábio Soares da Silva, de 35 anos, foi socorrido após ser esfaqueado, mas não resistiu.

Dois adolescentes foram apreendidos suspeitos de matar o funcionário público Fábio Luiz Soares da Silva, de 35 anos, durante um assalto no Jardim Botânico, em Goiânia Segundo a polícia, a dupla agiu com violência, deu várias facadas na vítima e fugiu levando uma bolsa e R$ 40.

O crime ocorreu no último dia 13 de outubro. Segundo a Polícia Civil, o funcionário público caminhava pelo local, em uma área onde normalmente ficam usuários de drogas, quando foi abordado pelos menores, de 16 e 17 anos, que fumavam maconha.

“Ele foi abordado junto com outro homem que também estava no local. Os menores chegaram já agredindo os dois, pegando os pertences. Um deles conseguiu fugir. O Fábio, no entanto, entrou em luta corporal com os assaltantes e acabou sendo esfaqueado por eles”, conta o delegado Francisco Lipari, responsável pelas investigações.

O homem que conseguiu fugir da abordagem retornou ao local minutos depois e já encontrou o funcionário público caído no chão. “Essa outra vítima ligou para o socorro. O Fábio chegou a ser levado para um hospital, mas acabou não resistindo e morreu no mesmo dia”, explicou o delegado.

Após ouvir testemunhas, a polícia conseguiu identificar os menores. Eles eram procurados desde então e foram apreendidos no Setor Pedro Ludovico.

“Eles moram na mesma rua, eram conhecidos e faziam uso de drogas juntos. Quando foram apreendidos, confessaram o ato infracional, mas disseram que tinha sido a primeira vez que faziam aquilo”, contou Lipari.

Os dois seguem apreendidos na Delegacia de Apuração de Atos Infracionais (Depai) e vão responder por ato infracional análogo a latrocínio.

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Ele era levado ao local contra a vontade a pedido do pai. Centro não tinha permissão para funcionar.

Dois homens foram presos suspeitos de matar um usuário de drogas enquanto o levavam para uma clínica de recuperação para dependentes químicos, em Goiânia. Ele estava sendo levado contra a vontade quando o crime aconteceu. Segundo a polícia, após o assassinato, eles abandonaram o corpo de Marcos de Souza Alves, de 39 anos, no porta-malas do carro e fugiram.

De acordo com as investigações Daniel Rodrigues da Silva, 31 era ex-usuário de drogas, trabalhava na clínica e, junto com dois internos, Paulo Victor Rodrigues, 31, e outro, de 24, foram encarregados pelo dono da instituição para buscar a vítima em Caldas Novas no dia 31 de outubro a pedido do pai dele.

“Quando o Marcos foi abordado, reagiu com muita agressividade, se recusando a ir com eles. Os três, então, amarraram as mãos dele e o colocaram no banco de trás do carro. Durante o percurso, o Marcos chegou a quebrar, com o pé, uma das janelas do carro. Com isso, os três pararam o veículo e o agrediram diversas vezes”, disse o delegado responsável pelo caso, Marco Aurélio Euzébio Ferreira.

Depois das agressões, retornaram para o carro e o interno de 24 anos sentou sobre a cabeça da vítima, que morreu asfixiada. Ao chegarem em Goiânia, colocaram o corpo da vítima no porta-malas e deixaram o veículo na clínica.

“Daniel e Paulo fugiram em uma motocicleta de um dos funcionários da clínica. Já o terceiro envolvido continuou na clínica e disse que não tinha culpa pela morte do homem. O dono da clínica, então, ligou para a Polícia Civil, que foi até o local”, explicou o delegado.

Segundo a polícia, o Centro de Reabilitação Renascer funcionava de maneira irregular. “O local não tem alvará de funcionamento. Toda internação involuntária tem que ter autorização de um médico, o que não acontecia lá. Além disso, essas internações precisam ser comunicadas ao Ministério Público em até 72h, o que não era feito. Além disso, usavam pessoas sem a qualificação necessária para o trabalho”, contou Ferreira.

G1 tentou contato com o advogado de defesa e com os responsáveis do Centro de Reabilitação Renascer, mas as ligações não foram atendidas.

Os dois presos foram localizados em outras clínicas de recuperação onde se internaram após o crime. Eles dizem que a morte foi uma “fatalidade” e que o verdadeiro culpado é interno da clínica, que deixou o tratamento dias após o crime. A polícia ainda não tem informações de onde ele está atualmente.

“Fui fazer um resgate e teve essa fatalidade. A morte foi causada pelo outro cara que estava com a gente. Houve um certo excesso no resgate porque o homem tentou registir e nós tivemos que contê-lo. E a gente só foi lá porque o dono da clínica mandou, ele que é o responsável”, disse Daniel Rodrigues, que trabalhava no local há 7 meses, após ficar em tratamento no local por 6 meses.

Já Paulo Victor contou que ficou no local por cinco meses e, durante esse tempo, participou de cerca de 20 internações involuntárias de usuários de drogas. “Eu não era agressivo, até porque quando me resgataram foram violentos comigo e eu não gostei, então eu não era agressivo. Foi uma fatalidade e eu acabei com a minha vida. Ninguém tinha a intenção de mata-lo”, disse.

De acordo com delegado, os dois homens presos vão responder por tortura qualificada pela morte. A polícia já pediu a prisão do terceiro suspeito. Ainda não há informação de onde ele esteja. Ele também vai responder pelo mesmo crime.

“O dono da clínica, uma técnica em enfermagem e um terapeuta vão responder por sequestro, já que não cumpriam as regras necessárias para realizar esse tipo de internação involuntária. Eles não vão responder pela tortura porque não determinaram as agressões”, disse.

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Segundo namorada da vítima, ele foi localizado após uma denúncia em uma região de mato. Polícia Civil procura autores que levaram carro do condutor e deve pedir a prisão deles.

O motorista de aplicativo Cleyton da Silva Nascimento, 30 anos, que havia desaparecido após ir buscar passageiros, foi encontrado em Interlândia, distrito em Anápolis, a 55 km de Goiânia, nesta sexta-feira (1º). Segundo a namorada da vítima, a arquiteta Christyane Jardim Campos de 23 anos, o rapaz estava amarrado em uma região de mato próximo à BR-153, mas passa bem. O carro dele não foi localizado.

“Recebemos uma denúncia de que ele estava para aquele lado, chamamos uma equipe da Polícia Militar e fomos procurar. Ele ouviu a sirene do carro e começou a gritar. Fomos procurando até acha-lo, por volta de 18h. Estamos muito aliviados. Ele está bem, está agora no Hospital de Urgências de Anápolis [Huana] só para fazer um check-up, mas está ótimo, graças a Deus”, disse ao G1.

O rapaz havia sumido no começo da noite de quinta-feira (30). Segundo o delegado que investiga o caso, Carlos Antônio Silveira, o condutor é cadastrado na Uber, mas atendeu a um chamado por meio de aplicativo de mensagens e foi buscar os clientes no Bairro das Bandeiras. Desde que avisou os colegas de profissão de que estava buscando os passageiros não havia dado mais notícias.

Ainda conforme Silveira, as pessoas que fizeram a chamada são as principais suspeitas e ainda são procuradas pela Polícia Civil. “Agora vamos identificar esses suspeitos e pedir a prisão deles”, completou.

A assessoria de imprensa da Uber havia informado ao G1, que “se coloca à disposição das autoridades para fornecer informações no curso da investigação, dentro dos termos da Lei”.

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Pode parecer clichê, mas nunca é demais relembrar: estar atento à segurança de seus sites é fundamental. E não, não estamos falando apenas de grandes soluções de segurança, pelo contrário: o alerta está nas pequenas atitudes (ou falta delas) que podem colocar toda uma aplicação em risco.

É o que aponta o Relatório de Sites Hackeados, publicado trimensalmente pela Sucuri Inc., empresa global de segurança de sites. Em um análise de mais de nove mil sites infectados, a última edição do estudo aponta o cenário de atuação hacker em 2016, as principais plataformas-alvo, famílias de malware utilizadas, além de detalhes específicos sobre segurança da informação. Vamos conferir alguns deles?

TL;DR

TL;DR (Too long; didn’t read)? Que tal alguns insights sobre o estudo realizado pela Sucuri? Spoiler alert: no final desse post, você pode conferir um infográfico com todas as informações.

  • WordPress lidera em número de sites infectados e os três plugins que mais afetam a plataforma são GravityForms, TimThumb e RevSlider.
  • Falta de atualização de CMS são uma causa importante para ataques hackers, principalmente com relação a sites em Magento.
  • Somente 18% dos sites analisados estavam em uma lista negra (a maioria permanece distribuindo malware na web) e o Google aparece como uma principal lista.
  • Entre as famílias de malware mais utilizadas estão os Backdoors (71%) e Spam-SEO (38%).

WordPress: um grande alvo

O WordPress aparece no topo da lista de plataformas CMS infectadas (74%). Mas, calma, sem pânico! Se seu site é em WordPress, a ideia aqui não é fazer você trocar seu CMS ou mesmo questionar as vulnerabilidades da plataforma. Por ser um dos sistemas de gerenciamento de conteúdo mais utilizados no mundo (com uma cota superior a 60%, atualmente), é comum que ocorram mais ataques a sites desse tipo, mas isso não necessariamente tem a ver com a ferramenta em si. Segundo dados da Sucuri, na maioria dos casos, as infecções são causadas pela falta de cuidados dos administradores, seja em implantações, configurações ou mesmo em manutenções indevidas.

Sites em plataformas como Joomla!, Magento e Drupal também aparecem na lista – ainda que estejam bem atrás do WordPress. Sites em Joomla!, por sinal, estão atualmente na segunda posição e tiveram um aumento no número de ataques ao longo de 2016, logo, também merecem bastante atenção.

Uma questão de atualização

Um dos principais resultados da análise realizada é claro: a desatualização de CMS é uma questão séria. Não estar na versão mais recente de segurança recomendada ou não corrigir o ambiente com atualizações de segurança disponíveis é deixar um site em risco iminente de ataque. Entre as principais plataformas de gerenciamento, o Magento é a que mais sofreu ataques devido a falta de atualização. Logo atrás, aparecem Joomla!, Drupal e WordPress – que teve uma queda com relação ao primeiro trimestre de 2016.

Segundo a Sucuri, o desafio de manter-se atualizado, independente do tamanho do negócio ou da indústria, está baseado em uma tríade: instalações altamente customizadas, problemas de compatibilidade com versões anteriores e falta de equipe especializada para ajudar na migração de sites.

Mais a fundo no WordPress

Entre as principais causas de infecção detectadas pelo estudo, está a vulnerabilidade de componentes extensíveis dos CMS, ou seja, estão relacionadas a extensões/ plugins. Por representar uma parcela mais significativa da amostra, o relatório acaba por focar no cenário WordPress e destaca alguns pontos interessantes.

Entre o total de infecções a sites WordPress, 22% são referentes à desatualização de três plugins: Revslider (46%), usado para gerenciamento de banners; TimThumb(27%), usado para redimensionamento de imagens; e GravityForms (27%), usado para criação de formulários. Ainda que todas as extensões relatadas tenham tido correções disponíveis, esses dados reiteram a importância da manutenção periódicas de sites – já falamos sobre a importância de manter o CMS atualizado e sobre os grandes impactos que a falta de atualização pode trazer, vale a pena conferir.

Em média, um site WordPress comprometido tem 12 plugins instalados. Abaixo, a lista dos plugins de WordPress mais infectados, levantada pelo relatório.plugins-wordpress-mais-infectados.png (836×700)

Lista negra de sites

Entre todos os sites infectados analisados pelo estudo da Sucuri, apenas 18% estavam em listas negras – o que significa que 82% deles ainda permanecem distribuindo malware na web. Estar nessa lista afeta profundamente a reputação e a funcionalidade de um site, principalmente quando listado pelo Google. Esse tipo de notificação interfere em como os visitantes acessam a página, na classificação por motores de busca e também em meios de comunicação como emails.

Entre as listas negras relatadas no estudo aparece em proeminência o Google Safe Browsing (52%), seguida do Norton SafeWeb (38%), Yandex (32%) e McAfee SiteAdisor (11%). Em março de 2016, o Google informou que mais de 50 milhões de usuários de sites foram notificados de que sites visitados estavam tentando roubar informações ou instalar softwares malicioso. Em março de 2015, esse número era de 17 milhões. Atualmente, o Google coloca em suas listas negras perto de 20 mil sites por semana por malware e outros 50 mil por semana por phishing.

Malware: principais famílias

Um site hackeado pode ter vários arquivos danificados com diferentes famílias de malware. O estudo encontrou, em média, 80 arquivos comprometidos por site – uma queda com relação ao primeiro semestre de 2016. Entre as tendências de infecção a websites, mais especificamente às famílias de malware mais utilizadas em 2016, as de Backdoor são as mais recorrentes (71%). A eficácia desse tipo de malware deve-se ao fato de serem bem escritos e por permitirem que os hackers contornem qualquer controle de acesso para o ambiente do servidor web.

Ainda entre as famílias detectadas estão Malware (60%), Spam-SEO (38%), Hacktool(8%), Mailer (7%), Dropper (4%), Defaced (3%) e Phishing (3%). Abaixo, um glossário para entender cada uma delas:

  • Backdoor: recurso utilizado para garantir acesso remoto, é utilizado para reinfectar ou reter o acesso a um site.
  • Malware: termo genérico usado para código ao lado do navegador para criar drive by downloads.
  • Spam-SEO: ataque que tem como alvo o SEO (Search Engine Optimization) de um site.
  • HackTool: ferramenta de DDOS (Ataque de Negação de Serviço) utilizada para atacar outros sites.
  • Mailer: spam desenvolvido para abusar de recursos do servidor.
  • Defaced: hacks que inutilizam a página inicial de um site.
  • Phishing: ataque a informações confidenciais do usuário, geralmente através de solicitações indevidas.

E você, o que tem feito pela segurança dos seus sites? Depois dessas dicas, vale ficar ainda mais atento à segurança das suas aplicações! 😉 Criação e desenvolvimento de sites

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As buscas pelos criminosos responsáveis pelo roubo milionário a uma empresa de valores de Uberaba, na Região do Triângulo Mineiro, continuam. No início da tarde desta quarta-feira, policiais civis trocaram tiros com suspeitos do assalto em Conceição de Alagoas, que fica a 66 quilômetros da cidade onde aconteceu o crime. Um homem foi preso. Porém, ainda será investigado se ele participou do ataque ou foi dar apoio ao grupo. Três pessoas foram presas em Goiás nessa terça-feira.

De acordo com o delegado-chefe do 5º Departamento de Polícia Civil, Heli Andrade, os policiais foram surpreendidos por um veículo suspeito. “O tiroteio aconteceu em Conceição de Alagoas. O veículo onde os homens estavam foi atingido por tiros. Eles abandonaram o veículo e fugiram”, comentou.

Segundo Andrade, uma grande mobilização foi feita entre policais civis e militares. “As buscas continuaram e conseguimos encontrar esse suspeito entre Ituverava e Guaíra. Ele é conhecido na cidade como praticante de delitos e estava com R$ 3 mil. Estamos averiguando se ele foi buscar o dinheiro ou foi dar apoio ao grupo. Ainda é cedo para fazer qualquer conjectura sobre o caso”, concluiu o delegado.

Nessa terça-feira, três pessoas suspeitas de participação no ataque ousado a empresa de valores foram presas em Caldas Novas, em Goiás. Segundo a Polícia Militar da cidade, confessaram o crime. Com eles foi recuperado aproximadamente R$ 300 mil, além de uma pistola glock. Todos seriam de uma organização criminosa que atua em São Paulo.

O assalto

Moradores de Uberaba foram surpreendidos pela ação ousada dos criminosos na madrugada de segunda-feira. A ofensiva teve tiros de fuzil, transformadores de energia elétrica estourados à bala, barricadas com carros e pneus queimados, correntes e “miguelitos” (objetos perfurantes para estourar pneus), tudo para barrar a reação policial. Somente depois de duas horas de cerco sob fogo as forças de segurança foram capazes de montar bloqueios nas saídas da cidade, o que não evitou a fuga do bando de aproximadamente 20 homens.

A investida teve início às 3h e terminou às 5h15. Uma pessoa se feriu e bairros inteiros ficaram sem energia elétrica. O grupo roubou uma quantia que pode chegar a R$ 20 milhões segundo fontes extraoficiais – o valor não foi informado pela empresa nem pela polícia. Buscas seguem em cidades do Triângulo Mineiro e em outros estados que fazem fronteira.

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Um incêndio de grandes proporções destruiu um ferro velho, danificou alguns barracões e deixou ao menos duas pessoas feridas na manhã desta sexta-feira (1º) no bairro São José, região Noroeste de Belo Horizonte.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo teve início em um estabelecimento localizado na rua Doutor David Rabelo. Testemunhas contaram a reportagem que houve explosões no local.

Militares informaram que as chamas se alastram e atingiram ao menos uma casa vizinha. Duas pessoas sofreram queimaduras. Elas foram socorridas e encaminhadas para um hospital. O estado de saúde delas ainda não foi divulgado.

Três viaturas dos bombeiros estão no local para controlar o incêndio. A Defesa Civil deve ser acionada para avaliar a estrutura do imóvel e das residências vizinhas. A causa do incêndio segue desconhecida e será investigada pela Polícia Civil.

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou nesta quinta-feia, 30, a lista dos 31 planos de saúde de 10 operadoras que terão a comercialização suspensa devido a reclamações recebidas no terceiro trimestre de 2017 relativas à cobertura assistencial, como negativas e demora no atendimento. A medida entra vigor no dia 8 de dezembro e garante que os 167,7 mil beneficiários dos planos suspensos neste ciclo continuem a ter assistência regular. A lista de planos com comercialização suspensa pode ser acessada aqui.

A ANS recebeu 15.912 reclamações de natureza assistencial entre o dia 1° de julho e 30 de setembro e considerou 14.138 queixas para análise. No período, 92% das reclamações foram resolvidas pela mediação feita pela ANS via Notificação de Intermediação Preliminar (NIP), que busca uma solução mais rápida do problema. Os casos não resolvidos viram processos contra as operadoras e também são contabilizados para a suspensão da comercialização.

A suspensão está prevista pelo Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento, com o objetivo de garantir atendimento de qualidade aos beneficiários. A ANS monitora as reclamações feitas pelos usuários e a cada três meses identifica as operadoras e planos com maior número de reclamações assistenciais, levando em conta também o número de beneficiários e a segmentação assistencial. Após suspensos, os planos afetados só podem voltar a ser comercializados para novos clientes se comprovarem a melhoria no atendimento.

Neste ciclo, 27 planos de saúde de sete operadoras que comprovaram melhoria nos serviços prestados foram reativados ou parcialmente reativados. A lista dos planos totalmente liberados para comercialização pode ser acessada aqui.

Transparência

As informações sobre o programa de monitoramento por operadora são públicas. O consumidor pode conferir o histórico das empresas antes da compra e saber se ela teve planos suspensos ou reativados. Além disso, é disponibilizado um panorama geral com a classificação de todas as operadoras.

Quem busca informações sobre planos ou precisa entrar em contato com a ANS pode acessar os canais de atendimento da agência na internet ou ligar para 0800 7019656.

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Assumo, tenho uma certa “quedinha” quando o assunto é tendência. Isso veio de um fascínio antigo pela possibilidade quase mística de prever algo, avistar um caminho lá na frente antes de muita gente. Explorar e me preparar para o futuro – quem não gostaria? O mais legal das tendências é que elas hoje são pautadas por muito trabalho integrado de pesquisa e análise. E tudo, exatamente tudo, como mudanças climáticas, econômicas, culturais, políticas, tecnológicas e até grandes catástrofes podem influenciar no nosso comportamento.

Diante de inúmeras reportagens, artigos e apostas, separei 4 macrotendências tecnológicas para 2018. Todas proporcionadas graças aos avanços e investimentos em tecnologia que já começaram a ser feitos. Vem ver:

 

Gigantes da tecnologia continuarão investindo em educação

O cenário é um só: com a evolução acelerada da tecnologia, muitas empresas se veem com uma mega dificuldade de encontrar mão de obra qualificada para acompanhar o ritmo. Com isso, uma das soluções encontradas está sendo investir na capacitação e formação de novos profissionais. Um exemplo interessante é a Estação Hack – primeira escola de programação do Facebook. Curiosamente, a unidade piloto ficará no Brasil, mais especificamente em São Paulo, na Avenida Paulista, e pretende disponibilizar mais 7,4 mil bolsas de estudo por ano. A previsão de inauguração é no fim de 2017.

CNH digital, Carteira digital e rotinas cada vez mais tecnológicas

Recentemente correu pela internet a empolgante notícia que a partir do ano que vem teremos uma versão digital da carteira de habilitação. Parece mais uma facilidade, mas é muito mais do que isso. É um órgão público tomando decisões menos burocráticas – tendência fantástica, sem volta. Em paralelo a esse movimento percebo grandes empresas desenvolvendo produtos que vão chacoalhar muita gente por aí. Há projetos de carteiras digitais que facilitarão não só as compras online, mas também as offline. Contas de água, luz e telefone migrarão de vez da caixinha do correio para o e-mail, com possibilidade de pagamento por lá mesmo. Cartórios iniciaram uma dolorosa, mas necessária transformação digital – descentralizando muitos processos.

Jornada sem ruídos – você entra na loja e faz tudo sem ajuda

Essa vem do varejo, que durante os últimos anos tem testado inúmeras formas de automatizar o atendimento e, ainda assim, proporcionar uma boa experiência para o consumidor. Aparentemente, o modelo de jornada sem ruídos está bem próximo de chegar às lojas físicas. Funciona assim: você entra na loja, baixa o app, escolhe o produto e faz o pagamento no celular sem ter contato com nenhum atendente ou precisar passar em um caixa.  A tecnologia por trás desse sistema é interessantíssima.

Obs: descobri que tem uma loja chamada Omnistory que funciona nesse modelo lá em São Paulo, no Shopping Villa Lobos.

Negócios baseados em plataformas

Das 10 marcas mais famosas do mundo, 6 são plataformas – ou seja, estruturas pensadas para integrar produtores e consumidores em um espaço único de criação, curadoria, consumo e intermediação. Nesse modelo de negócios temos gigantes como Apple, Google, Microsoft, IBM, Samsung e Amazon, por exemplo, e tudo indica que é uma tendência que segue não apenas para 2018 como para os próximos anos.

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A tecnologia está cada vez mais presente dentro das empresas, e no setor de recursos humanos não poderia ser diferente. São cada vez mais numerosos e comuns os softwares e ferramentas que prometem descomplicar a rotina e tornar as tarefas mais rápidas e eficientes. Dada a variedade de programas e aplicações hoje presentes no mercado, as organizações precisam avaliar a fundo as opções e conhecer detalhadamente as necessidades dos colaboradores para escolher a melhor solução em tecnologia para RH.

Mas isso não é tudo: também é preciso estar de olho nas tendências em tecnologia para RH. Caso contrário, a empresa corre o risco de adquirir uma ferramenta que não atenda às necessidades da empresa ou que se torne rapidamente defasada.

Rotina descomplicada

Abaixo, listamos algumas das tendências em tecnologia para RH que prometem simplificar tarefas do dia e dinamizar a rotina do departamento.

Softwares mais simples

Os programas para gestão de recursos humanos tendem a se tornar cada vez mais simples e fáceis de usar. Isso, no entanto, não significa reduzir sua complexidade ou o número de funcionalidades. Hoje, o desenvolvimento de softwares se esforça contínua e progressivamente para fazer aplicações intuitivas, que demandam pouco conhecimento técnico ou treinamentos mais rápidos e com menores impactos na produtividade das empresas.

Sistemas integrados

Por mais sofisticados e eficientes que sejam os programas, se eles não forem integrados, as mais simples tarefas podem se estender por horas, minando a produtividade do setor. Uma tendência em tecnologia para RH é a integração de sistemas e bancos de dados. Assim, um sistema de relógio de ponto pode trocar informações com o programa de folha de pagamento, por exemplo, tornando o cálculo mais rápido e confiável.

Ferramentas de Business Intelligence

Cada departamento pode dispor de sistemas e ferramentas que auxiliem na sua rotina específica. Ferramentas de business intelligence, ou simplesmente BI, no entanto, permitem identificar e sanar gargalos, aumentar a produtividade, melhor alocar recursos e ter a visão da empresa como um todo. Por esses e outros motivos, são tão bem-vindos e úteis nos departamentos de recursos humanos.

Aplicações mobile

Sistemas mobile, como celulares e tablets estão cada vez mais potentes. Alguns chegam a ser tão ou mais velozes que um computador. É por isso que também se tornam tão frequentes dentro das empresas. Assim, é importante que a solução a ser implantada no setor de RH tenha uma versão mobile ou seja compatível com sistemas operacionais de plataformas móveis.

Suporte e treinamento

Essas são apenas algumas das tendências em tecnologia para RH. Ao fazer uma cotação para escolher uma ferramenta de gestão de recursos humanos, é preciso levá-las em conta, mas também os serviços de pós-venda oferecidos pela empresa fornecedora.

Além de um sistema de fácil uso, que atenda às necessidades do departamento de recursos humanos, também é preciso verificar se a empresa oferece suporte e treinamento para que os colaboradores tirem o máximo proveito da solução.

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